Porque basta chegar à porta do restaurante e olhar… para que os nossos olhos fiquem completamente presos na pintura que ocupa toda uma das laterais do corredor que é o Formosa. O Formosa não dá muito nas vistas para quem passa na rua, pelo menos no exterior. Há comida boa, uma ementa curta e focada, cuidado nos ingredientes, e uma simpatia que cada vez menos se encontra por Lisboa. Não há aqui artifícios, empratamentos, pratos complicados. Continuamos na comida asiática, mas agora mais especificamente de Taiwan. O Formosa fica no local onde até há pouco tempo era o Rua, um restaurante de street food asiática assim a atirar para o pretensioso, e agora não podíamos estar num registo mais diferente.

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E se a isso juntarmos um serviço simpático, preços muito convidativos e, em especial, comida muito boa, o Formosa corre o sério risco de se tornar um caso de sucesso em muito pouco tempo. O serviço é rápido, mas a verdade é que também somos os primeiros clientes a chegar ao restaurante, por isso tivemos a completa atenção da cozinha. Pelo que conhecemos, é o primeiro restaurante completamente dedicado à cozinha taiwanesa a abrir em Lisboa, e ainda bem, porque é uma gastronomia com influências chinesas, japonesas e coreanas… mas com nuances próprias.

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Nestes restaurantes em Alcântara, há opções para todos os gostos e ocasiões. Há cada vez mais novos projectos a regenerar o bairro, de restaurantes a bares onde também se come bem, há um mudo de opções. A entrada da pizzaria Zero Zero é um deleite e para verdadeiros apreciadores de comida italiana, com uma pequena charcutaria com queijos e enchidos. A ideia foi fugir aos processados, construindo um menu que não obrigasse a cozinhar, até por limitações do espaço que não tem uma cozinha tradicional.

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Eis os pratos do dia deste novo restaurante – que nasceu no lugar do antigo Pesca, de Diogo Noronha –, sempre disponíveis ao almoço e ao jantar com o preço único de 12€. Restaurantes de comida tradicional há muitos, nem tantos a abrir, e poucos com um chef com nome feito na praça a dar-lhe forma. O menu é suficientemente grande e completo para dar a conhecer melhor os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano, com a maior parte das receitas tiradas directamente do livro da avó de Tarek Mabsout, o dono. A segunda casa veste-se de rosa millennial, que nem casa de bonecas, e tem uma montra catita sempre com as novidades da marca.

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O restaurante italiano do mediático e extravagante Jamie Oliver é um must try. O restaurante mexicano El Santo é o santuário da gastronomia mexicana em Lisboa. O novo restaurante vai estar aberto todos os dias, com horário alargado ao fim de semana. A ideia aqui, bem à moda da cozinha do Médio Oriente, é a partilha.

  • O receituário português continua a ser o grande foco desta casa, agora com uma actualização dos pratos e um maior investimento em ingredientes e matéria-prima de qualidade.
  • Por isso pensou um espaço que junta comida, arte e música.
  • De entre os pratos que não saem da carta, está ainda a mousse, espumosa, que, embora gostosa, me deixou menos feliz do que o arroz doce frito.
  • Já nos pratos principais pode experimentar mais bacalhau, o à Zé do Pipo (16€), bitoque do lombo (14€), ensopado de borrego com hortelã (16€) ou a passada de peixe com puré de legumes (32€ para duas pessoas).
  • Restaurantes de comida tradicional há muitos, nem tantos a abrir, e poucos com um chef com nome feito na praça a dar-lhe forma.

Este palácio neoárabe do século XIX foi transformado numa galeria comercial inovadora que é a casa de uma série de marcas e artistas nacionais focados no design, artesanato, moda, gastronomia e cultura portuguesa. Comparando com outros sítios onde se pode beber uma boa margarita na rua, todavia, não tem rival. É verdade que quase tudo é fresco e feito na casa, mas isso não
passa para o prato. restaurantes princepe real O Coyo Taco é um sítio agradável com uns cocktails bons e comida mexicana mediana. Falta a pessoa a marcar o restaurante. Ou pode ser porque falta a alma do dono, do cozinheiro, do chefe de sala.

Descubra mais sobre o nosso restaurante Um autêntico oásis, perfeito para relaxar na melhor companhia, o seu refúgio zen em Lisboa. Localizado no coração do Príncipe Real, encontra um jardim com esplanada e um terraço interior com vista privilegiada da cidade.

Na era do compra e deita fora, a loja de Vítor Castro orgulha-se de ter os melhores bordados de Portugal. Juntavam toalhas, lençóis e roupas bordadas para quando casassem ou tivessem um bebé. Antes de IKEAs da vida, um enxoval era um tesouro que as mulheres começavam a fazer quase antes de saber ler. O novo restaurante de Henrique Sá Pessoa vem explicar, de uma vez por todas, o que é que um ibérico come quando a fome não chega para um prato inteiro. Aqui podes comprar as peças da última coleção, além de acessórios e até objetos para casa, de marcas exclusivas. Há pizzas, massas e saladas para quem tem fome e livros do chef para quem tem vontade de fazer.

Nos pratos quentes destaque para duas sopas ramen, uma de espinafres (8€), outra que lhes acrescenta camarão e corvina (11€). Dave Palethorpe, do vizinho bar Cinco Lounge, criou a carta de cocktails do Miss Jappa. Se tanto no Umai como no Izakaya a carta fazia uma viagem por vários pontos da Ásia, Japão incluído, aqui o foco está mesmo no chamado país do Sol Nascente. E pegou, até porque, como reconhece Anna Lins, “o mundo da cozinha japonesa geralmente é muito masculino.”

Há meia dúzia de sandes, bem diferentes entre si, e que poderão mudar, conforme a criatividade da cozinha e a sazonalidade dos ingredientes. Se no restaurante, apenas umas portas abaixo do outro lado da rua, Louise Bourrat aposta num conceito de fine dining, no Boubou’s Sandwich Club tudo é mais descontraído. A cozinha é internacional com mão francesa e o menu vai tendo novidades conforme a estação. A novidade é a esplanada que o restaurante ganhou com a pandemia, perfeita nem que mais não seja para beber um pisco sour. E por consequência, tornar o espaço numa das mesas mais concorridas da cidade. Não foi o primeiro restaurante em nome próprio de Kiko Martins em Lisboa – essa distinção pertence a O Talho – mas foi o responsável por pôr o nome do chef nas bocas do mundo.

Anna Lins, chef do Miss Jappa

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